Uma folha
outonal cai balançando no ar…
Principia o
seu natal
E num
entardecer pascal
Transformada
numa massa morta e putrefacta…
Uma folha
que desliza e desce do céu
Na sua graça
onde ficou a meio caminho.
Uma flor que
se tornou destino.
Que deu o ar
da sua graça.
Uma flor
brinquedo de menino…
Que brinca
na relva descalço
E vê que
afinal está sozinho
Num mundo
vil
Que não tem
graça…
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