segunda-feira, 18 de janeiro de 2021

 

Uma folha outonal cai balançando no ar…

Principia o seu natal

E num entardecer pascal

Transformada numa massa morta e putrefacta…

Uma folha que desliza e desce do céu

Na sua graça onde ficou a meio caminho.

Uma flor que se tornou destino.

Que deu o ar da sua graça.

Uma flor brinquedo de menino…

Que brinca na relva descalço

E vê que afinal está sozinho

Num mundo vil

Que não tem graça…

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